quinta-feira, 4 de junho de 2009

the first day




Hoje, cinco meses que eu a vi pela primeira vez — de verdade.
Cinco meses desde a primeira vez que meu corpo suava frio de nervoso por te encontrar, desde a primeira vez que fiquei tão nervosa a ponto de ficar roendo as unhas por espera-la ansiosamente.
Hoje faz cinco meses que meu corpo tremeu pela primeira vez com seu toque, que meu corpo reagia de uma maneira diferente ao toque do som da sua voz em meus ouvidos. Cinco meses que seu sorriso, sua pele, seu cheiro dominam meus sentidos.
Hoje, exatamente cinco meses que minha vida mudou completamente.
Só pelo simples fato de eu conhece-la. O desconhecido que agora se tornou tão profundo pra mim. Tão profundo que chegou a penetrar minha alma.
Isso, porque eu ainda não tinha nem experimentado do seu veneno — a não ser que um beijo na trave da boca, na hora de dar tchau, tenha efeito com o seu veneno.
Afinal.. desde o dia 4 de Janeiro de 2009 eu não parei mais de pensar em você, nenhum dia se quer.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Não tem explicação.

"— É um sentimento de amor, alma, corpo, pele, carne... Tudo.
— É, realmente TUDO mesmo, não se explicar, parece que minha boca implora pela sua, meu corpo implora por seu toque, e meu coração implora por você.
— Meu corpo grita por você."

Eu me sinto até impotente, pequena, perto desse sentimento. Ultimamente eu só tenho pensado em uma coisa, uma única coisa dominando tudo em mim.

"Eu fiz um aceno solene com a cabeça, mantendo meus olhos grudados nos dele. Eu dei um passo à frente nas ondas e deitei minha cabeça no peito dele.
— Não tenha medo — eu murmurei — Nós fomos feitos para ficar juntos."

today.

Hoje faz exatamente 5 meses desde que o turbilhão de sentimentos que eu sentia por você surgiu.
Há 5 meses atrás eu senti algo incontrovável por você, e desde então minha vida mudou completamente.
Quem diria. Cinco meses que parece tão pouco pra gente, mediante as coisas que já passamos, mediante à esse sentimento, mas que ao mesmo tempo foram longos meses. rs


Foi você entrar na minha vida, para que pudesse levar de mim meu coração.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Outro dia.

Outra noite fria.
Seus olhos insistiam em fugir dos meus.
— Para de me olhar assim — você falava e se escondia.

Mas era completamente inevitável não te olhar, seus olhos são como imãs pra mim.
Eu estava com meu sol perto de mim. Não tão perto quando eu gostaria, mas ela estava lá. Eu queria grudar meu corpo no dela se fosse possível. Eu queria ficar o tempo todo do lado dela, não precisava de mais nada.

Ela estava sentada na cadeira, e eu em pé na frente dela.
Nossos rostos se tocavam, e em retorno meu corpo começava a tremer. Meu coração acelerava e o ar começava a me fugir.
Roubei um beijo e nossas cabeças cairam uma no ombro da outra.
Inevitável, nos beijamos como se fosse exatamente o primeiro e último beijo.
Os minutos se passavam e o mundo, realmente, tinha parado.
Enquanto nossos lábios dançavam, ela segurou minhas mãos geladas em contraste com as quentes dela.
Nossas mãos se entrelaçavam e meu corpo tremia mais ainda.

— Estou tremendo — eu disse.
— Eu também estou.
— Para de tremer — eu disse enquanto nossas bocas se encostavam e dançavam.
— Só se você sair de perto de mim.
— Então vai ficar tremendo.

Não dava. Definitivamente não dava.
Eu preferia estar morta do que ficar longe dela.

— Me promete uma coisa? — perguntei.
— O que?
— Promete que eu nunca vou te perder?
— Prometo.

Talvez o mais gratificante é saber o quanto minha familia gosta dela.
Ver minha vó falando aquelas coisas pra ela, foi quase tão bom quando senti-la do meu lado.
E novamente, o mundo conspira ao NOSSO favor.

"Não demore pra voltar, porque cada dia sem você eu morro um pouco."

Sol particular

Eu estava congelando. O normal pra mim em um dia frio. Eu gostava do frio, mas odiava senti-lo. Por mais quente que eu estivesse, minhas mãos sempre estariam geladas e isso me irritava.
O pijama por baixo da calça jeans, como de costume. Duas meias e incontáveis blusas para que o calor se mantivesse em meu corpo. Em vão.
"Quando se é pêle e osso você sofre." Eu ri com esse pensamento.
Entre tantas nuvens na nebulosa São Paulo, o sol lutava para aparecer.
Lançando assim seus pontos de calor pela janela do meu quarto. Eu queria me encolher naquele quadrado de sol e ficar lá até me sentir completamente aquecida, mas após tantos encontros e desencontros na minha vida eu descobri que tenho um sol particular.
Ele tem nome e tem o meu coração em mãos — aquecido e protegido.
Meu quarto era como uma prisão — bagunçada — um local repleto das melhores lembranças da minha vida, dos momentos junto ao meu sol.
Meu sol tem cheiro, e o cheiro dele paira por toda atmosfera do pequeno quarto.
O poster na parede reflete minha vida. O leão e o cordeiro. A mais bela história de amor, com tantas complicações, com tantos acontecimentos inusitados, mas nunca com a morte do sentimento.
Meu corpo, minha alma, minha garganta clamam por meu sol.
Minha boca se contorce em caretas por precisar daquele calor junto a ela.
Não se trata de querer, se trata de poder.
Eu não posso ficar longe disso, não posso ficar longe do meu sol.
Um planeta precisa de um sol para se manter vivo. Eu, preciso do MEU sol para me manter viva e inteira.

Um eclipse está pairando aqui em cima.

"— Antigamente eu pensava em você assim, sabia? Como o sol. Meu sol particular. Você compensava bem as nuvens para mim.
Ele suspirou.
— Com as nuvens, eu posso lidar. Mas não posso lutar com um eclipse."

Quero destruir esse eclipse. Eu preciso de você.
E esse eclipse só vai partir, quando eu a tiver de novo. Sendo MINHA.
Me sinto até levemente envergonhada.
Sim, vergonha. Eu que sempre sei o que escrever. As palavras sempre fluem tão facilmente de mim, formando frases, formando textos. E agora, não sei o que escrever.
Foi como se, facilmente, você tivesse absorvido de mim todas as palavras boas, deixando, como sempre, apenas sentimento.
É tão fácil escrever pra você, e ao mesmo tempo tão difícil — já que eu não consigo explicar nada do que sinto, embora eu tente.
É como voar tão alto ao ponto do frio congelar a consciencia.
Não sinto mais nada, afinal não tenho mais coração pra sentir.
Eu o entreguei pra você, e não o quero de volta, pois sei que independente de tudo você cuidará bem dele, assim como eu cuido do seu.

Sinto como se tivéssemos partido do zero.
Como se tivessemos nos encontrado em outra vida.. e ambas, eu e você, sabiamos que não teria mais volta. Nossos destinos, nossos corações, unidos por um tempo que não se pode definir. Por um tempo chamado existência.
Já senti tantas coisas nessa vida, mas nada se compara a nada do que sinto por você.
Uma droga, ou melhor, um sol.
Você é o meu sol. Você é o que aquece meu corpo, o que enche meus pulmões.
TUDO em você é como uma porta pro lugar que eu sempre desejei estar.
Não dá pra explicar, mas dá pra sentir. Exatamente como VOCE sente.
Exatamente como deve ser..

A falta que você faz, somente eu sou capaz de explicar.
E vai ser assim, até eu estar novamente em seus braços.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

O cheiro dela consegue dominar todos os meus sentidos.
O olhar é tão profundo ao meu ver, que fica até difícil se concentrar em alguma palavra.
A voz, a pele, o toque, o modo como ela usa o cabelo, o modo como ela ri, tudo... tudo convitativo demais.
"— Meu, como pode... Isso? — perguntei.
— Não adianta nem me perguntar, porque eu também não sei — ela simplesmente respondeu."



"Meu coração me diz que não. Eu não consigo viver sem você. Nunca sem você. Eu não sou nada sem você"


"— O que foi toda aquela história de cantoras? — perguntou Alice a certa altura.
— La tua cantante — disse Edward. A voz dele transformava as palavras em música.
— Sim, isso — disse Alice , e eu me concentrei por um momento. Na hora, também me perguntei sobre isso.
Senti Edward encolher os ombros junto a mim.
— Eles têm um nome para quem tem o cheiro que Bella tem pra mim. Chamam de minha cantora... Porque o sangue dela canta pra mim."
"Sacudi a cabeça.
— Você não entende. Você pode ser bastante corajoso ou forte para viver sem mim, se for o melhor. Mas eu jamais poderia fazer esse sacrifício. Preciso ficar com você. É só assim que posso viver."

Eclipse - Stephenie Meyer
"Eu podia ver nos seus olhos, que você honestamente acreditou que eu não te queria mais. O conceito mais absurdo, mais ridículo - como se houvesse alguma forma de eu existir sem precisar de você!"

"Você é a coisa mais importante para mim agora. A coisa mais importante para mim para sempre"