Me pego pensando novamente.
Todas as fotografias colocadas no chão, todas as cartas, todas as lembranças e todos os fatos.
Verdades, mentiras.. o que importa agora?
Meu olhar está faminto por você.
Meu coração não me pertence mais.
As coisas terríveis são apagadas a cada sorriso que eu vejo.
O que é isso?
Bom, eu respondo.. isso é o que chamam de verdade, de sentimento.
O mais forte, aquele incondicional.
domingo, 31 de maio de 2009
A cada dia longe de você..
uma estrela no céu morre, mas a cada dia com a certeza de que eu te amo e você me ama, duas novas nascem
"Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito
Nem que seja só pra te levar pra casa
Depois de um dia normal...
Olhar teus olhos de promessas fáceis
E te beijar a boca de um jeito que te faça rir
Hoje eu preciso te abraçar...
Sentir teu cheiro de roupa limpa...
Para esquecer os meus anseios e dormir em paz
Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua.
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria, em estar vivo"
A diferença de tudo isso, é que eu preciso disso TODOS os dias
Nem que seja só pra te levar pra casa
Depois de um dia normal...
Olhar teus olhos de promessas fáceis
E te beijar a boca de um jeito que te faça rir
Hoje eu preciso te abraçar...
Sentir teu cheiro de roupa limpa...
Para esquecer os meus anseios e dormir em paz
Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua.
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria, em estar vivo"
A diferença de tudo isso, é que eu preciso disso TODOS os dias
sábado, 30 de maio de 2009
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Permanent
You liked it so much in the city
You know I could not stand it there
You loved to get lost in the people
And pretend that they really cared
You know you're such a bad imposter
Hiding your wings beneath your coat
I watched your footprints making patterns
Away from me into the snow
Now I don't believe in nothing anymore...
Cuz love is permanent *not* temporary
And it's driven straight into our chest
And buried much too deep
To just pull out like *weeds in a garden*
It's permanent
Well I'm sorry
So lately I've been going crazy
Trying to get you off my mind
Cuz thoughts of you hang just like pictures
And gather dust over the time
We hung them up just like real lovers
And drove our nails into the wall
Cuz we thought they'd be there forever
We weren't permanent at all
And it's getting much too hard to see it now...
Cuz love is permanent *not* temporary
And it's driven straight into our chest
And buried much too deep
To just pull out like *weeds in a garden*
It's permanent
Well I'm sorry
You know I could not stand it there
You loved to get lost in the people
And pretend that they really cared
You know you're such a bad imposter
Hiding your wings beneath your coat
I watched your footprints making patterns
Away from me into the snow
Now I don't believe in nothing anymore...
Cuz love is permanent *not* temporary
And it's driven straight into our chest
And buried much too deep
To just pull out like *weeds in a garden*
It's permanent
Well I'm sorry
So lately I've been going crazy
Trying to get you off my mind
Cuz thoughts of you hang just like pictures
And gather dust over the time
We hung them up just like real lovers
And drove our nails into the wall
Cuz we thought they'd be there forever
We weren't permanent at all
And it's getting much too hard to see it now...
Cuz love is permanent *not* temporary
And it's driven straight into our chest
And buried much too deep
To just pull out like *weeds in a garden*
It's permanent
Well I'm sorry
Eu simplesmente não aguento mais fingir que está tudo bem. Não, não está tudo bem.
Minha mandíbula trinca todos os dias na luta de segurar as lágrimas, mas ao encontrar o que me fazia bem, desabo.
Não, não está tudo bem.
Fui TRAIDA, enxerguei as verdades, mas, infelizmente eu não consigo ainda tirar esse sentimento de mim.
"Por isso hoje, estou tão triste.. porque querer está tão longe de poder. E quem eu quero está tão longe, longe de mim"
Minha mandíbula trinca todos os dias na luta de segurar as lágrimas, mas ao encontrar o que me fazia bem, desabo.
Não, não está tudo bem.
Fui TRAIDA, enxerguei as verdades, mas, infelizmente eu não consigo ainda tirar esse sentimento de mim.
"Por isso hoje, estou tão triste.. porque querer está tão longe de poder. E quem eu quero está tão longe, longe de mim"
A 'senhora' destino, parte doze.
Esse, meus caros leitores, seria um capítulo que se eu pudesse não escreveria, mas, como os fatos de uma longa caminhada na vida os envolve, não posso deixa-los de lado.
Eu estava radiante, viva. Meu corpo funcionando perfeitamente sem falhas, sem ansiedade alguma. Estava calma e admirava a noite por fora da janela do ônibus — que agora estava praticamente impecável.
Estava esperando pela sensação que eu sentia que estaria próxima, o orgulho, mas, em um piscar de olhos, a cena mudou novamente.
Olhei ao meu redor confusa e percebi que a traição estava lá novamente. Olhei com espanto pra senhora Destino e ela estava encolhida em seu ascento. A esperança continuava serena, mas parecia uma estátua — nenhum músculo de seu corpo se quer se movia. A coragem tremia, mas logo retomou sua postura com suas feições sérias e tensas. A inteligência só observava, e a mudança sabia — outra mudança estava por vir.
Passei meus olhos rapidamente de um rosto para o outro sem entender muito bem o que estava acontecendo. Então perguntei pra traição:
— O que você está fazendo aqui, de novo?
A pequena criança sorriu pra mim, seu riso malígno e apavorante.
— Tive que voltar — falou enquanto se balançava pra frente e pra trás, como uma criança que aprontava alguma coisa.
Olhei, então, para o começo do ônibus e ouvi passos na escada.
Foi tudo tão rápido, que se eu fosse um pouco mais fraca do que era não teria aguentado.
Na minha frente surgiu uma mulher, linda. Meus olhos se arregalaram com tamanha beleza, e eu não conseguia entender porque me sentia tão mal, tão intimada, perante a uma beleza colossal como aquela.
Ela era pequena, mais ou menos do meu tamanho. Seu rosto parecia de um anjo misturado com aquelas atrizes de cinema que a beleza era tanta que chegava até doer. Seus olhos eram tão escuros, que a púpila parecia nem existir. Seu sorriso perfeito, e o cabelo — que batia um pouco abaixo da nuca — era bagunçado, mas perfeitamente caido.
Ela andava até minha localização rapidamente — como se estivesse com uma pressa tremenda de me encontrar.
— Você é podre — ela me disse quando chegou perto o bastante para que eu pudesse ficar sem ar.
Eu até consegui ouvir o rasgo que se fez dentro de mim. Aquela palavra, vinda de uma imagem tão pura e linda — aparentemente — me rasgou.
— Não estou entendendo. Porque está me falando isso? O que eu fiz? — minha voz saia esganiçada. Eu esperava que ela pudesse entender o que falei.
Ela soltou uma gargalhada.
— Não se faça de idiota. Você é NOJENTA. As pessoas tem NOJO de você. — ela ria e soltava palavra após palavra em mim.
Eu conseguia sentir cada uma delas entrando em mim e causando um estrago tremendo.
Meus olhos se enxeram de lágrimas, meu corpo tremeu e eu não sentia mais nada de doce.
Ela falava e falava sem parar. As palavras agora eram apenas zumbidos pra mim, porque aquilo me magoou tanto, me feriu tanto que o meu torpor rapidamente apareceu para que eu não escutasse mais nada do que estava sendo dito.
Quando meus olhos, embassados pelas lágrimas, olharam para cima novamente, uma outra mulher estava do lado da pequena, mas ela não dirigia suas palavras pra mim, e sim para a mulher pequena.
Tentei retomar todos os meus sentidos para que eu pudesse escutar o que elas estavam dizendo.
— Você... Mentira... Nunca foi... Só se for você... Como ousa falar essas coisas para essa menina? — A mulher mais alta falava e eu começava a ouvir tudo perfeitamente.
As duas pararam em silêncio para me fitar, já que eu havia cambaleado pra trás como se fosse desmaiar — mas eu estava bem. Bem pelo menos pra ficar em pé.
— Q-quem são vocês? — perguntei.
A pequena gargalhou, apontou seus dedos finos para mim e falou:
— Eu sou a Mentira.
A maior lançou um olhar de repulsa para a outra e voltou-se para mim:
— Eu sou a Verdade.
Mentira, Verdade, que diabos estava acontecendo.
Todos no ônibus estavam em silêncio, com suas cabeças abaixadas, mas eu não conseguia encontrar a criança Traição.
Olhei pra frente novamente e reparei uma pequena mão segurando as bordas da calça da Mentira. A traição estava lá.
Ao ver meu olhar de incredibilidade a Verdade falou:
— Não se preocupe, todos aqui sabemos que as acusações contra você são MENTIRAS. Você foi traida novamente.
Olhei para a Mentira e a Traição e eles riam juntamente com zombaria. Senti náuseas.
— Como isso pode ter acontecido? Como? Porque? Pra que?
A esperança que estava logo alguns passos de mim pois-se a falar:
— Não se preocupe pequena, você tem sua mente limpa. Mantenha sua postura e logo a justiça será feita.
Eu estava radiante, viva. Meu corpo funcionando perfeitamente sem falhas, sem ansiedade alguma. Estava calma e admirava a noite por fora da janela do ônibus — que agora estava praticamente impecável.
Estava esperando pela sensação que eu sentia que estaria próxima, o orgulho, mas, em um piscar de olhos, a cena mudou novamente.
Olhei ao meu redor confusa e percebi que a traição estava lá novamente. Olhei com espanto pra senhora Destino e ela estava encolhida em seu ascento. A esperança continuava serena, mas parecia uma estátua — nenhum músculo de seu corpo se quer se movia. A coragem tremia, mas logo retomou sua postura com suas feições sérias e tensas. A inteligência só observava, e a mudança sabia — outra mudança estava por vir.
Passei meus olhos rapidamente de um rosto para o outro sem entender muito bem o que estava acontecendo. Então perguntei pra traição:
— O que você está fazendo aqui, de novo?
A pequena criança sorriu pra mim, seu riso malígno e apavorante.
— Tive que voltar — falou enquanto se balançava pra frente e pra trás, como uma criança que aprontava alguma coisa.
Olhei, então, para o começo do ônibus e ouvi passos na escada.
Foi tudo tão rápido, que se eu fosse um pouco mais fraca do que era não teria aguentado.
Na minha frente surgiu uma mulher, linda. Meus olhos se arregalaram com tamanha beleza, e eu não conseguia entender porque me sentia tão mal, tão intimada, perante a uma beleza colossal como aquela.
Ela era pequena, mais ou menos do meu tamanho. Seu rosto parecia de um anjo misturado com aquelas atrizes de cinema que a beleza era tanta que chegava até doer. Seus olhos eram tão escuros, que a púpila parecia nem existir. Seu sorriso perfeito, e o cabelo — que batia um pouco abaixo da nuca — era bagunçado, mas perfeitamente caido.
Ela andava até minha localização rapidamente — como se estivesse com uma pressa tremenda de me encontrar.
— Você é podre — ela me disse quando chegou perto o bastante para que eu pudesse ficar sem ar.
Eu até consegui ouvir o rasgo que se fez dentro de mim. Aquela palavra, vinda de uma imagem tão pura e linda — aparentemente — me rasgou.
— Não estou entendendo. Porque está me falando isso? O que eu fiz? — minha voz saia esganiçada. Eu esperava que ela pudesse entender o que falei.
Ela soltou uma gargalhada.
— Não se faça de idiota. Você é NOJENTA. As pessoas tem NOJO de você. — ela ria e soltava palavra após palavra em mim.
Eu conseguia sentir cada uma delas entrando em mim e causando um estrago tremendo.
Meus olhos se enxeram de lágrimas, meu corpo tremeu e eu não sentia mais nada de doce.
Ela falava e falava sem parar. As palavras agora eram apenas zumbidos pra mim, porque aquilo me magoou tanto, me feriu tanto que o meu torpor rapidamente apareceu para que eu não escutasse mais nada do que estava sendo dito.
Quando meus olhos, embassados pelas lágrimas, olharam para cima novamente, uma outra mulher estava do lado da pequena, mas ela não dirigia suas palavras pra mim, e sim para a mulher pequena.
Tentei retomar todos os meus sentidos para que eu pudesse escutar o que elas estavam dizendo.
— Você... Mentira... Nunca foi... Só se for você... Como ousa falar essas coisas para essa menina? — A mulher mais alta falava e eu começava a ouvir tudo perfeitamente.
As duas pararam em silêncio para me fitar, já que eu havia cambaleado pra trás como se fosse desmaiar — mas eu estava bem. Bem pelo menos pra ficar em pé.
— Q-quem são vocês? — perguntei.
A pequena gargalhou, apontou seus dedos finos para mim e falou:
— Eu sou a Mentira.
A maior lançou um olhar de repulsa para a outra e voltou-se para mim:
— Eu sou a Verdade.
Mentira, Verdade, que diabos estava acontecendo.
Todos no ônibus estavam em silêncio, com suas cabeças abaixadas, mas eu não conseguia encontrar a criança Traição.
Olhei pra frente novamente e reparei uma pequena mão segurando as bordas da calça da Mentira. A traição estava lá.
Ao ver meu olhar de incredibilidade a Verdade falou:
— Não se preocupe, todos aqui sabemos que as acusações contra você são MENTIRAS. Você foi traida novamente.
Olhei para a Mentira e a Traição e eles riam juntamente com zombaria. Senti náuseas.
— Como isso pode ter acontecido? Como? Porque? Pra que?
A esperança que estava logo alguns passos de mim pois-se a falar:
— Não se preocupe pequena, você tem sua mente limpa. Mantenha sua postura e logo a justiça será feita.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Destruição
Sonhos destruidos por mentiras. Devastação. Impulsividade. Mentirosa, mentirosa, mentirosa.
Uma noite e tudo mudou. O céu estava sorrindo pra mim, a lua estava feliz, as estrelas brilhando pra mim, em algum lugar bem distantes, retribuindo o brilho de meu sorriso, e em cinco minutos — cinco minutos de pura catástrofe, de puro veneno, de maldade — cinco minutos necessários pra quase cinco meses fossem jogados no lixo, por falta de credibilidade.
Cinco minutos que mudaram minha vida, que me tiraram a venda, e em meus olhos embassados eu pude ver sangue. Lágrimas de sangue, de dor, de sofrimento.. de angústia e de injustiça.
Tudo jogado em mim. Tudo lançado como facas afiadas, me perfurando por inteira, liberando assim todo o líquido brilhante e prateado chamado VERDADE.
A verdade caida bem aos meus pés. Meus olhos quase se viravam de repulsa, meu estomago se debatia dentro de mim de ânsia e meus planos eram riscados com carvão.
Planos miticulosamente feitos, sendo rasgados pelas próprias mãos que me ajudaram a monta-los.
E nesse momento, só algumas coisas se passavam na minha cabeça.
A mais marcante talvez, eram as palavras do homem que me criou — MUITO bem por sinal — "Nós tememos das pessoas, aquilo que nós mesmo fazemos, ou fizemos. Porque esquecemos que cada pessoa nesse mundo, é diferente da outra."
Sim, a verdade dói, porque em alguns momentos eu também pensava assim.. pensava nas minhas atitudes passadas, dos momentos onde eu era realmente PODRE, mas nossa, eu aprendi tanto com os meus vinte anos — na verdade em um ano, exatamente quando eu fiz vinte anos, eu aprendi mais do que eu aprendi a minha vida INTEIRA.
E em três ou quatro dias — não sei ao certo, pois parei de contar — eu aprendi muito mais.
As pessoas conseguem sentar na nossa bondade. Eu confiei tão cegamente em palavras, em sonhos que me deixei ficar cega. A venda caiu. Verdades que doem muito. Mas não doem por ser MINHAS verdades, doem por ser verdades dos outros, mentiras escondidas que sempre vem a tona.
Perante a esse argumento eu caminho em paz. Paz.. eu preciso tanto de paz. As MINHAS verdades cedo ou tarde aparecerão, e quanto esse momento chegar eu vou sorrir pro céu e agradecer. Obrigada Deus.
Errei. Errei e não nego isso, mas meus erros nunca foram contra VOCÊ! Afinal eu não teria feito tudo que fiz, pra conservar esse sentimento, em vão. E as SUAS verdades me rasgaram.
Hoje eu posso sorrir. Cada um colhe o que planta.
[continua]
Uma noite e tudo mudou. O céu estava sorrindo pra mim, a lua estava feliz, as estrelas brilhando pra mim, em algum lugar bem distantes, retribuindo o brilho de meu sorriso, e em cinco minutos — cinco minutos de pura catástrofe, de puro veneno, de maldade — cinco minutos necessários pra quase cinco meses fossem jogados no lixo, por falta de credibilidade.
Cinco minutos que mudaram minha vida, que me tiraram a venda, e em meus olhos embassados eu pude ver sangue. Lágrimas de sangue, de dor, de sofrimento.. de angústia e de injustiça.
Tudo jogado em mim. Tudo lançado como facas afiadas, me perfurando por inteira, liberando assim todo o líquido brilhante e prateado chamado VERDADE.
A verdade caida bem aos meus pés. Meus olhos quase se viravam de repulsa, meu estomago se debatia dentro de mim de ânsia e meus planos eram riscados com carvão.
Planos miticulosamente feitos, sendo rasgados pelas próprias mãos que me ajudaram a monta-los.
E nesse momento, só algumas coisas se passavam na minha cabeça.
A mais marcante talvez, eram as palavras do homem que me criou — MUITO bem por sinal — "Nós tememos das pessoas, aquilo que nós mesmo fazemos, ou fizemos. Porque esquecemos que cada pessoa nesse mundo, é diferente da outra."
Sim, a verdade dói, porque em alguns momentos eu também pensava assim.. pensava nas minhas atitudes passadas, dos momentos onde eu era realmente PODRE, mas nossa, eu aprendi tanto com os meus vinte anos — na verdade em um ano, exatamente quando eu fiz vinte anos, eu aprendi mais do que eu aprendi a minha vida INTEIRA.
E em três ou quatro dias — não sei ao certo, pois parei de contar — eu aprendi muito mais.
As pessoas conseguem sentar na nossa bondade. Eu confiei tão cegamente em palavras, em sonhos que me deixei ficar cega. A venda caiu. Verdades que doem muito. Mas não doem por ser MINHAS verdades, doem por ser verdades dos outros, mentiras escondidas que sempre vem a tona.
Perante a esse argumento eu caminho em paz. Paz.. eu preciso tanto de paz. As MINHAS verdades cedo ou tarde aparecerão, e quanto esse momento chegar eu vou sorrir pro céu e agradecer. Obrigada Deus.
Errei. Errei e não nego isso, mas meus erros nunca foram contra VOCÊ! Afinal eu não teria feito tudo que fiz, pra conservar esse sentimento, em vão. E as SUAS verdades me rasgaram.
Hoje eu posso sorrir. Cada um colhe o que planta.
[continua]
um dia você irá me procurar..
"..no infinito e verás apenas uma estrela dizendo que fui embora. Pedirás a ela que lhe mostre o caminho, mas será inútil. Apagarei minhas pegadas com a dor. Um dia a saudade ferirá seu peito. Não que ainda tenha sido importante para você, mas porque fui inútil na sua vida. Enquando precisar de alguém nos momentos decisivos da sua vida, apenas encontrará um vazio. Certamente lembrarás de mim, e seus olhos impressivos chorarás lágrimas de sangue. Um dia buscará minha poesia no pôr-do-sol e no despertar da lua, mas encontrarás apenas o silêncio e perguntarás: "onde estás?" Um dia, quando os seus sonhos forem derrubados pela incompreensão, sentirás no peito a flecha do arrependimento por não ter amado. A verdade é que um dia sentirás minha falta. Mas será inútil chorar, pois suas lágrimas não me trarão de volta... Porém, farei delas um rio e navegarei para longe do porto onde estiveres."
Beijoquinhas CORINGA. Afinal, uma vez coringa sempre coringa.
Obrigada Coringa por suas mentiras podres.
Obrigada Coringa por sempre tentar me foder, mas por se esquecer que eu tenho a minha mente protegida, porque eu nunca errei do modo como você joga as coisas.
Obrigada Coringa por sua fixa finalmente ter caido e agora você ter percebido as merdas que você fez.
Obrigada Coringa por me jogar contra todos, e principalmente por não ter conseguido com as pessoas que me conhecem bem demais pra saber que eu não sou assim (:
Beijoquinhas e um monte de flores PODRES pra você, exatamente como você é: PODRE.
E aos que dão créditos às suas palavras, meu lamento.
Obrigada Deus.
ps: o texto é pra você coringuinha (L)
Beijoquinhas CORINGA. Afinal, uma vez coringa sempre coringa.
Obrigada Coringa por suas mentiras podres.
Obrigada Coringa por sempre tentar me foder, mas por se esquecer que eu tenho a minha mente protegida, porque eu nunca errei do modo como você joga as coisas.
Obrigada Coringa por sua fixa finalmente ter caido e agora você ter percebido as merdas que você fez.
Obrigada Coringa por me jogar contra todos, e principalmente por não ter conseguido com as pessoas que me conhecem bem demais pra saber que eu não sou assim (:
Beijoquinhas e um monte de flores PODRES pra você, exatamente como você é: PODRE.
E aos que dão créditos às suas palavras, meu lamento.
Obrigada Deus.
ps: o texto é pra você coringuinha (L)
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