Ela se sentou numa pedra perto de seu túmulo de mármore.
As lágrimas rolavam de seus olhos, descendo silenciosamente pela sua face branca e acabada.
O cabelo que voava com o vento, estava bagunçado, mas ela não se deu o luxo de arruma-lo pra trás.
Continuou parada contemplando o chão, enquanto suas lágrimas caiam.
Os soluços mostraram que estava na hora de doer o coração, mas não havia coração em Paula.
Ela não conseguia ouvir seus batimentos, e automaticamente colocou a mão no bolso do seu palitó verde-musgo para pegar o bilhete de seu grande amor.
Ela o releu e lembrou-se que seu coração não estava mais com ela, mas logo em seguida se desesperou pois não sabia aonde encontrar seu coração e nem a pessoa que estava cuidando dele.
Paula sabia que ela começaria uma grande busca para encontrar seu amor.
Mas Paula se sentia tão viva, que essa busca quase tão impossível se tornou um leque com muitas possibilidades.
Paula seria independente, auto-suficiente, e então buscaria o que lhe faltava: O coração.
domingo, 6 de setembro de 2009
Paula Schuctz
Paula Schuctz é meu heteronimo facilmente descrevido como triste.
Uma mulher de cabelos longos, escuros e ligeiramente sujo. Olhos fundos, com leves olheiras.
A pele branca pela falta do sol em sua nublada e vazia vida. E a voz rouca e baixa.
Paula, como uma mulher de 25 anos e completamente sensível, vive se machucando e caindo.
Mas ela nunca desiste de encontrar novamente o amor que tocou sua alma pra sempre; que roubou-lhe o coração com as mãos calejadas, e o guardou consigo mesmo enquanto deixou um pequeno bilhete encostado em seu túmulo: "Eu não sei onde você está agora, nesse lugar tão longe de mim, mas saiba que seu coração continua batendo aonde eu o guardei, porque todos os dias, dou-lhe uma pequena dose do amor que tenho por você para que ele se mantenha vivo e que você possa se levantar novamente da terra seca e voltar para os meus braços, pequena p. Ass: Srtª Schecter"
Os olhos de Paula já estavam começando a se focalizarem novamente.
Ela respirou fundo enquanto dobrava seu bilhete inesperado, para guarda-lo no bolso de seu palitó verde musgo.
"Paula" ela ouviu alguém suspirar. Ergueu seus braços e os abriu, sentindo o vento que batia forte. Mesmo encarando de frente seu próprio túmulo, ela sabia....
....nunca havia se sentido tão viva na vida.
Uma mulher de cabelos longos, escuros e ligeiramente sujo. Olhos fundos, com leves olheiras.
A pele branca pela falta do sol em sua nublada e vazia vida. E a voz rouca e baixa.
Paula, como uma mulher de 25 anos e completamente sensível, vive se machucando e caindo.
Mas ela nunca desiste de encontrar novamente o amor que tocou sua alma pra sempre; que roubou-lhe o coração com as mãos calejadas, e o guardou consigo mesmo enquanto deixou um pequeno bilhete encostado em seu túmulo: "Eu não sei onde você está agora, nesse lugar tão longe de mim, mas saiba que seu coração continua batendo aonde eu o guardei, porque todos os dias, dou-lhe uma pequena dose do amor que tenho por você para que ele se mantenha vivo e que você possa se levantar novamente da terra seca e voltar para os meus braços, pequena p. Ass: Srtª Schecter"
Os olhos de Paula já estavam começando a se focalizarem novamente.
Ela respirou fundo enquanto dobrava seu bilhete inesperado, para guarda-lo no bolso de seu palitó verde musgo.
"Paula" ela ouviu alguém suspirar. Ergueu seus braços e os abriu, sentindo o vento que batia forte. Mesmo encarando de frente seu próprio túmulo, ela sabia....
....nunca havia se sentido tão viva na vida.
O túmulo vazio de Paula Schuctz.
Ela enxergava sua própria vida como um filme que rebobinava.
Conseguia ver seus olhos abrindo lentamente enquanto a escuridão ia mudando do preto para o marrom.
A terra era deixada pra trás, e os braços giravam sincronizadamente para frente enquanto ela era impulsionada de volta para a vida que lhe fora tirada.
Ela estava parada na frente de uma lápide. Os olhos arregalados e em choque lendo seu próprio nome cravado na pedra: "Paula Schuctz."
Sua mão foi rapidamente levada a boca para impedir que a ânsia do desespero saisse de dentro dela.
Ela se lembrava bem, era seu túmulo, mas ela não sabia porque estava parada "viva" na frente dele. Lendo cuidadosamente cada palavra: "Paula Schuctz 1988-2009 amorosa criança, magnífica mulher." Paula começou a se questionar sobre sua morte e sua possível ressurreição.
Como num lampejo de emoções, Paula queria ver seu rosto em algum espelho — precisava saber como estava sua aparência, já que havia morrido, mas estava viva.
Precisava lembrar-se de algo que havia que passado sem perceber.
Uma vida não pode ser rebobinada, mas um relógio pode retroceder.
O tempo voltara para Paula Schuctz, mas a vida que lhe fora tirada jamais retornaria com a inocência que um dia tivera.
Conseguia ver seus olhos abrindo lentamente enquanto a escuridão ia mudando do preto para o marrom.
A terra era deixada pra trás, e os braços giravam sincronizadamente para frente enquanto ela era impulsionada de volta para a vida que lhe fora tirada.
Ela estava parada na frente de uma lápide. Os olhos arregalados e em choque lendo seu próprio nome cravado na pedra: "Paula Schuctz."
Sua mão foi rapidamente levada a boca para impedir que a ânsia do desespero saisse de dentro dela.
Ela se lembrava bem, era seu túmulo, mas ela não sabia porque estava parada "viva" na frente dele. Lendo cuidadosamente cada palavra: "Paula Schuctz 1988-2009 amorosa criança, magnífica mulher." Paula começou a se questionar sobre sua morte e sua possível ressurreição.
Como num lampejo de emoções, Paula queria ver seu rosto em algum espelho — precisava saber como estava sua aparência, já que havia morrido, mas estava viva.
Precisava lembrar-se de algo que havia que passado sem perceber.
Uma vida não pode ser rebobinada, mas um relógio pode retroceder.
O tempo voltara para Paula Schuctz, mas a vida que lhe fora tirada jamais retornaria com a inocência que um dia tivera.
Grande Mudança.
"Para fazer uma mudança radical na sua vida, você precisa mudar TUDO. Velhos hábitos, caminhos, até a posição dos móveis no seu quarto."
Para começar minha grande transformação, digo-lhes que mudarei completamente minha forma de escrever.
Começarei com ficção. Fatos reais criados em um personagem problemático e talvez doente, em um universo impossível.
Enquanto não consigo ajeitar meu lado profissional (o que vai ser o grande passo essa semana que está por vir) me dedicarei à minha arte de escrever e desenhar.
Me dedicarei ao meu crescimento pessoal, tanto dentro de mim, quanto fora (o que vai ser meio difícil já que eu não cresço, rs).
Enfim, paro por aqui, porque apesar da minha grande impolgação para fazer tudo logo e ser quem eu sempre desejei ser, eu não dormi ainda, e veja bem, caros leitores.. são 10h10 da manhã e eu estou acabada.
Quem sabe no meio de algum sonho eu não encontro o começo da minha grande mudança.
Para começar minha grande transformação, digo-lhes que mudarei completamente minha forma de escrever.
Começarei com ficção. Fatos reais criados em um personagem problemático e talvez doente, em um universo impossível.
Enquanto não consigo ajeitar meu lado profissional (o que vai ser o grande passo essa semana que está por vir) me dedicarei à minha arte de escrever e desenhar.
Me dedicarei ao meu crescimento pessoal, tanto dentro de mim, quanto fora (o que vai ser meio difícil já que eu não cresço, rs).
Enfim, paro por aqui, porque apesar da minha grande impolgação para fazer tudo logo e ser quem eu sempre desejei ser, eu não dormi ainda, e veja bem, caros leitores.. são 10h10 da manhã e eu estou acabada.
Quem sabe no meio de algum sonho eu não encontro o começo da minha grande mudança.
sábado, 5 de setembro de 2009
Até os maiores sonhos podem ser destruídos por falta de fé, dedicação e força pra aguentar o que vier pela frente.
Tropeçamos em nossos deslizes e arruinamos uma vida inteira de sonho. Afundamos juntamente, assim, as pessoas que estão tão próximas de nós.
Nos deixamos levar por coisas tão pequenas perto de tudo o que estavamos construindo, e quando vamos perceber nós derrubamos aquela cabana tão preciosa.
Porque, eu pergunto-lhes.
Porque somos fracos. Não sabemos carregar o fardo que é ter um sentimento tão forte.
Não por ser ruim, muito pelo contrário; é um sentimento tão bom, que por acharmos isso começamos a nos esquecer do real valor. Começamos a não nos dedicarmos, porque achamos que esse sentimento, essa pessoa estarão sempre lá.
Então você destrói tudo. E percebe enfim, o quão fraca foi por não ter aguentado.
Percebe que pra TUDO se daria um jeito; que quando duas pessoas querem, de fato, ficar juntas elas fazem qualquer coisa que esteja, ou não, ao alcance.
Mas por não saber equilibrar os problemas e não dividi-los direito com a pessoa amada, você se sobrecarregou, e no final das contas não só não resolveu nenhum dos problemas, como perdeu a melhor coisa em você.
Perdeu a única pessoa que estaria lá a hora que você precisasse. Perdeu a única pessoa que ia passar a mão na sua cabeça depois de um dia exaustivo; perdeu o sorriso que tanto lhe agrada; perdeu os mimos sem fim — que você parou de dar valor com o tempo.
Você até desejou ficar longe da pessoa, não ouvir a voz dela, nem olhar pra cara dela, mas ai você a perdeu MESMO.
Não existe mais voz, nem mais cheiro, porque agora tudo que você tinha sobrecarregado, mas que estava estável, cai sobre você.
(...)
Tropeçamos em nossos deslizes e arruinamos uma vida inteira de sonho. Afundamos juntamente, assim, as pessoas que estão tão próximas de nós.
Nos deixamos levar por coisas tão pequenas perto de tudo o que estavamos construindo, e quando vamos perceber nós derrubamos aquela cabana tão preciosa.
Porque, eu pergunto-lhes.
Porque somos fracos. Não sabemos carregar o fardo que é ter um sentimento tão forte.
Não por ser ruim, muito pelo contrário; é um sentimento tão bom, que por acharmos isso começamos a nos esquecer do real valor. Começamos a não nos dedicarmos, porque achamos que esse sentimento, essa pessoa estarão sempre lá.
Então você destrói tudo. E percebe enfim, o quão fraca foi por não ter aguentado.
Percebe que pra TUDO se daria um jeito; que quando duas pessoas querem, de fato, ficar juntas elas fazem qualquer coisa que esteja, ou não, ao alcance.
Mas por não saber equilibrar os problemas e não dividi-los direito com a pessoa amada, você se sobrecarregou, e no final das contas não só não resolveu nenhum dos problemas, como perdeu a melhor coisa em você.
Perdeu a única pessoa que estaria lá a hora que você precisasse. Perdeu a única pessoa que ia passar a mão na sua cabeça depois de um dia exaustivo; perdeu o sorriso que tanto lhe agrada; perdeu os mimos sem fim — que você parou de dar valor com o tempo.
Você até desejou ficar longe da pessoa, não ouvir a voz dela, nem olhar pra cara dela, mas ai você a perdeu MESMO.
Não existe mais voz, nem mais cheiro, porque agora tudo que você tinha sobrecarregado, mas que estava estável, cai sobre você.
(...)
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Agradar a pessoa que amamos é uma coisa tão boa, né?Ver aquele sorriso, ou até mesmo aquela cara de vergonha, de surpresa.
Ela não esperava por isso, e lá está, feito para agrada-la.
Eu poderia passar o dia fazendo coisas pra agrada-la.
Não tem preço ser puxada para ganhar um beijo com gostos variados rs
E muito menos olhar pra pessoa que você quer, enrolada no seu edredon roxo, com o cabelo bagunçado e um sorriso nos lábios.
Tirar metade dos problemas da pessoa, e joga-los em suas costas, para ajuda-la a aguentar.
E lutar pra crescer. Porque agora, vamos crescer juntas.
"— Eu te amo, muito.
— Eu também te amo. Muito."
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
A menina mulher.
Já se questionou porque te amo tanto?
Porque és a mulher da minha vida?
Não se trata apenas do meu amor incondicional por você, mas sim pela grande menina mulher que você é.
Você vive me pregando peças, me tira a fala, faz com que eu me sinta tão pequena — sem contar em tamanho — faz com que eu me sinta uma criança.
E então eu me pergunto: O que eu tenho para julgar-me adulta?
Idade, só se for.
Em um ano, eu vivi o que eu não vivi em 20.
Você não é apenas a pessoa com quem eu quero viver até o último dia da minha vida, você é a pessoa que quer me puxar pra cima, junto com você, junto com o seu crescimento.
Agora faz sentido tantas coisas.
Você tenta me puxar, e eu não me esforço pra sair do lugar.
O amor, está muito acima de amar. O amor cresce com o passar dos dias, e se não nos esforçarmos para crescer junto com ele, ele nos atropela, e nos torna escravos.
É isso que eu demorei pra entender.
Não adianta eu manter um sentimento tão grande dentro de uma "casa" tão pequena.
Não por tamanho físico, mas por tamanho mental.
Porque você iria querer ficar com alguém tão pequeno? Que não adiciona nada?
Eu posso ser incrível quando eu quero, e eu sei que sou incrível.
O problema estava mesmo no querer, talvez não no querer SER, mas querer se esfolar pra conseguir.
"Sair da zona de conforto." (meu ex chefe falava isso).
Você me trás um crescimento interno tão grande, que as vezes eu nem acredito em quão burra eu sou de não conseguir enchergar isso.
Não, não... Não estou me referindo a enchergar o amor. O amor é consequencia de atos bem feitos.
Quanto mais se acerta, mais pontos se tem, mais o amor crescer.
Quanto mais se erra, mais pontos se perde, e o amor não diminui, mas ele se desgasta, se cansa.
Estou me referindo a enchergar os pontos que devem ser mudados.
São tantos, mas eu sei por onde começar. Dessa vez eu sei.
Sei que não devo agradecer-te, mas insisto.
Obrigada por estar na minha vida, por fazer parte da minha vida, e por ter tanta paciência e querer FICAR na minha vida.
Porque eu sei, garota, fomos feitas uma para a outra.
Cada uma de um jeitinho, cada uma adicionando coisas novas à outra.
Eu te amo, pode apostar em mim, porque a aposta está ganha.
Grandes mentes.
"Quando somos criança, queremos ser jovens. Quando viramos "jovens", queremos voltar a ser criança, mas queremos crescer mais.
E quando viramos adultos, tudo vira nostalgia — você quer ser criança de novo, você quer ser "jovem".
Ai você fica velho, e quer voltar a ser adulto, voltar a ser "jovem", voltar a ser criança, e tudo não passa de lembranças...
E o mais engraçado, é que sempre as lembranças que ficam cravadas em nós, são as boas.
Quando sofremos não lembramos de nada de bom, só da dor. Depois quando passa, a gente só lembra das coisas boas, e as ruins ficam lá pra dar risada — por lembrar como você era inútil.
O que você considerava o fim do mundo, não passou de uma página escuro do seu caderno da vida.
Eu fico me questionando quando isso vai passar..
Eu posso não aparentar tanto, mas eu estou despedaçada."
"Isso tudo faz parte do que eu considero o maior problema que o ser humano encara e, a maioria das pessoas, não enxerga e nem se da conta disso. Nós só queremos, querer de verdade, aquilo que esta fora do nosso alcance.
Nós passamos a vida inteira querendo passar a nossa vida pra frente como se fosse um filme, querendo passar só nas partes boas. Quando nós somos jovens principalmente. Queremos passar logo tudo. Chegar a 'vida adulta' achando que vamos conhecer liberdade de verdade. Mas ai, quando nós percebemos que é muito diferente do que a gente imaginava e nos vemos presos a rotinas, obrigações e tarefas que não queremos fazer, tudo que nós mais queremos é voltar no tempo. Mesmo que seja pra passar por todos os problemas que passamos quando estamos na adolescência... E quando envelhecemos mais ainda isso só tende a piorar. E essa coisa da lembrança, isso é uma defesa dos seres humanos. Ninguem quer guardar as lembranças ruins e inconscientemente, as pessoas trancam essas memórias em suas mentes a ponto de esquecerem que elas existiram, ou no maximo, ter uma vaga lembrança de coisas ruins do passado. Ser humano não sabe conviver com a dor da decepção, da derrota, da frustação. Porque, desde pequenos, nós somos ensinados a querer ser os melhores sempre, a vencer sempre. Mas nem sempre é assim. Nem sempre da pra ser o primeiro na corrida e quebrar os records. As vezes temos que nos contentar com a limitação do nosso próprio corpo e mente.
Mas ninguem consegue fazer isso, porque não quer e porque a sociedade nos cobra a perfeição em tudo hoje em dia.
E por fim, quando chegamos em uma idade mais avançada, nos pegamos 'presos' a lembranças de todas as melhores épocas de nossa vida, e queremos reviver tudo isso. As melhores partes. Qualquer pessoa quer reviver o que foi bom e esquecer o que foi ruim, isso não é pecado pra ninguem... Nós só precisamos nos conformar com as nossas limitações e aceitar nossas responsabilidades perante o mundo. E aprender a conviver com a dor ou pelo menos aceita-la como ela é. Aceitar a dor, encara-la de frente, é o primeiro passo pra curar ela de verdade, não adianta fingir que ela não esta ali e esconde-la em algum canto, porque vai ser sempre como uma ferida que você, você pode até não ver, mas vai sempre ficar latejando na sua pele."
Pra que sermos perfeitos para os outros, se tudo que todos querem é que sejamos simples?
Porque não aceitar, ao invez de criar milhares de desculpas para o que, de fato, não podemos alcançar?
Porque não aceitar uma verdade, ao invez de inventar uma?
Na dor, o coração se expande. Porque não deixar que esse sentimento saia de dentro de você e dê o seu último suspiro de tentativa?
Pessoas que sentem mais, tendem a sofrer mais?
Talvez, mas com certeza, são mais felizes.
Pior do que enganar alguém, é se enganar. Forjar "sentimentos mecânicos, em troca de alguma coisa."
O que ganham em troca, a não ser o vazio de um sentimento que já está apagado?
Porque as pessoas não assumem seus próprios defeitos, ao invez de julgar o próximo?
Aceitar seus defeitos é o primeiro passo importante. Como podes julgar alguém se está enfiado no meio de todos seus erros?
Agora, eu começo algo novo.
Algo novo que fará com que vocês entendam grandes mentes que sentem.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
queria que você soubesse..
..que o mundo fica mais sem graça sem você.
Não existem as cores mais bonitas, apenas as primárias.
Não é fácil assim, como você pode pensar, confessar-lhe isso, mas..
Eu pertenço ao seu lugar, e você ao meu.
Queria sentir seus braços ao meu redor agora.
Sussurrar-lhe que te amo, e me perder no seu olhar tão profundo.
Sempre que se sentir fraca leia isso."
Lembra? Poís é. Eu estou aqui.
O mundo não é feito de certezas, mas poucas certezas bastam.
Eu estou com você, brava, feliz, chata, (6), e TODO o resto.
Queria apenas que você soubesse disso, com a certeza que eu sei.
Eu te amo menina. Eu te amo mesmo.♥
Setembro.
Setembro é sempre um mês com grandes acontecimentos na minha vida.
Isso desde 2005.
Não sei o que esperar desse meu "doce" setembro.
Na verdade nem sei se devo esperar algo.
Mas é fato. Todo setembro algum fato bombástico muda completamente minha vida.
Vamos esperar, né?
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